Uma nova forma de doença, praga ou mutação começa a atacar os habitantes de uma cidade. Numa manhã igual outra qualquer, André parece ter sido uma de suas primeiras vítimas. Sem saber o que fazer ele decide seguir sua vida.

Filmado no cemitério Vila Formosa, um dos maiores da América Latina, o filme se propõe a travar experiências diretas com o cemitério e seus personagens.

Bernardo é dono de uma indústria de móveis. Com seus 62 anos, mora sozinho e, após a morte de seu pai, tem que contar até dez todas as noites para conseguir dormir. O tempo passa, e o sono parece não chegar.

Em um mundo dividido entre palhaços e concursados públicos, Jujuba é o ator principal de um longa metragem, mas tem que escolher entre continuar sendo um palhaço ou arrumar um emprego "decente" .

Belo Horizonte. Encontro de corpos que compartilham, cada um à sua maneira, anseios, histórias, afetos, medos e existências, tudo isso com a cidade de pano de fundo. Jovens atravessados por diferentes experiências sociais, ocupando a cidade e criando suas próprias narrativas de vida.

Uma jornada entre a calmaria e o caos inspirada por relatos de cadernos de desenhos.

Um corneteiro de infantaria foge da batalha. Escondido em um mato, agarrado em sua corneta, guerreia internamente em busca de respostas. E de um pouco de coragem.

Um refugiado e um executivo se encontram em um fluxo de consciência realizando o mesmo ato físico: correr. Apesar de todo o estranhamento da situação e das diferenças entre si, no momento em que travam um diálogo, os dois sentem empatia um pelo outro e se enxergam como iguais.

Dois homens, dois corpos esquecidos, refugiados na solidão. Entre eles, uma ferida aberta.

Entre o cotidiano e a imensidão do universo, o documentário entra na órbita do professor Bernardo Riedel, uma lenda viva da astronomia brasileira.
A relação do homem com seu ambiente natural, e a ocupação de uma cidade localizada sobre o latossolo vermelho amarelo.
Passado, presente e futuro. A felicidade não está no tempo nem espaço, mas dentro de nós. Pura emoção, Libertador.

Brasil e Deus era o lema. Meu Deus, quantos deuses havia antes? Um homem golpeado no país segregado elabora, entre a vida e a morte, a possibilidade de superação. Haverá possibilidade de avanço através da religação com os fundamentos perdidos? Terceira parte da trilogia do Brasil Profundo.

Um filme ensaio, que metamorfoseia imagens entre sono e vigília, sonho e realidade, fragmento e totalidade, signo e reflexo, velando e desvelando enlaces sutis entre as imagens, transmutando sentidos, metaforizando signos e símbolos. Uma poética das imagens, onde importa a intermitência do olhar, da luminosidade, dos pontos e linhas, da imagem, tremulante, veloz, pulsante, e por que não da vida e de suas dimensões, da arte e de suas possibilidades diegéticas e sensoriais.

O filme reúne fragmentos do cotidiano e experiências de artistas de rua, que em meio à hostilidade das grandes cidades, buscam levar cores e sorrisos aos que cruzam seus caminhos. De forma lúdica – o traço, a direção de arte e efeitos sonoros – fazem um contraste entre o monocromático das paisagens e a presença do pluralismo das cores neste híbrido entre animação e documentário.

Em seu laboratório subterrâneo, o cientista Tarik se prepara para receber a peça fundamental do seu grande projeto de vida.

Sara é uma garota de 12 anos que acorda perdida e assustada no meio de um grande parque infantil, quando Pedro surge e a força a participar de um estranho jogo de gato e rato. Em meio a uma narrativa repleta de metáforas, Sara precisa enfrentar seus maiores medos para solucionar o mistério e retomar sua vida normal.

Cinco artistas - uma pessoa surda, duas pessoas com baixa visão, uma pessoa cadeirante e outra claudicante – deparam-se com um monte de perguntas, enviadas pelo público, que revelam todo um imaginário em torno de seus corpos. Juntos, realizam um ritual de respostas poéticas e artísticas que vão além daquilo que se quer “ouvir”. profanAÇÃO é performance em experimento cinematográfico. Este curta inicia uma pesquisa de inserção dos recursos de acessibilidade como parte da narrativa. Utopia!!

Letícia mora sozinha. Após conhecer Gabriela numa festa e trazê-la para casa, estranhas movimentações passam a se desenvolver em seu antigo apartamento.

Após o fim da ditadura militar brasileira, Joel, um militar aposentado, enfrenta sua própria consciência dentro das paredes de seu apartamento. “Raiva” é uma análise simbólica e metafórica sobre um período obscuro e sobre como a falta de compreensão do passado pode levar a consequências no futuro.

SIGO VIVA é um retrato da superação em ser mulher na sociedade atual. Após sofrer um abuso, Lívia busca na arte e no auto-cuidado um caminho revolucionário para seguir viva.

Paula (Dandara de Morais) e? uma jovem criativa que faz "bicos" como foto?grafa e tambe?m atua como cantora em um restaurante chamado "Boca da Noite". Seu curri?culo e? selecionado para trabalhar no "Superpina", um pacato supermercado no corac?a?o do bairro do Pina. Entre prateleiras e estoques, clientes e funciona?rixs ira?o experimentar o "Amor Primo".

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