Bernardo é dono de uma indústria de móveis. Com seus 62 anos, mora sozinho e, após a morte de seu pai, tem que contar até dez todas as noites para conseguir dormir. O tempo passa, e o sono parece não chegar.

Claudia vive em um sossegado bairro com seu animal de estimação, Max, o crocodilo. Em seu cotidiano, Claudia divide seu tempo entre seu trabalho e seu lar, Max quando está sozinho em casa pode encontrar passagens para sair e interagir com a vizinhança.

Belo Horizonte. Encontro de corpos que compartilham, cada um à sua maneira, anseios, histórias, afetos, medos e existências, tudo isso com a cidade de pano de fundo. Jovens atravessados por diferentes experiências sociais, ocupando a cidade e criando suas próprias narrativas de vida.

Uma jornada entre a calmaria e o caos inspirada por relatos de cadernos de desenhos.

Um refugiado e um executivo se encontram em um fluxo de consciência realizando o mesmo ato físico: correr. Apesar de todo o estranhamento da situação e das diferenças entre si, no momento em que travam um diálogo, os dois sentem empatia um pelo outro e se enxergam como iguais.

Dois homens, dois corpos esquecidos, refugiados na solidão. Entre eles, uma ferida aberta.

Hannah em um estado obscuro de subconsciência tenta se libertar da condição de incompreensão repetida.

Imaginários Urbanos mixa arte, corpo e cidade, esboçando inquietações de um grupo de pesquisadores e artistas dispostos a estimular reflexões sobre as representações simbólicas da cidade de Maceió.

Este vídeo foi uma tentativa ritual de sanação das dores coloniais, dessas feridas abertas que nos doem a todos, [email protected] e nã[email protected], naturezas de Abya Yala.

Uns escutam raízes, outros sussurram, a Terra se abre em gretas, grita. Nanã reimagina o cotidiano no território em trânsito de Suape em Pernambuco, conectado as forças sutis e violentas que o atravessam. Articulando a denúncia de ações mundanas com o anúncio de um mundo por vir. O filme de imagens-sons re-encanta o mundo ao recriá-lo.

Documentário em que a protagonista, Nahla Valentina, mulher transexual e militante, fala sobre suas vivências, e eu, diretora, tento entender o porquê é importante pra ela ser tão sincera diante das câmeras.

Um filme ensaio, que metamorfoseia imagens entre sono e vigília, sonho e realidade, fragmento e totalidade, signo e reflexo, velando e desvelando enlaces sutis entre as imagens, transmutando sentidos, metaforizando signos e símbolos. Uma poética das imagens, onde importa a intermitência do olhar, da luminosidade, dos pontos e linhas, da imagem, tremulante, veloz, pulsante, e por que não da vida e de suas dimensões, da arte e de suas possibilidades diegéticas e sensoriais.

Memórias e pesadelos. O mergulho nas águas profundas do inconsciente nunca é sereno. As criaturas perambulam entre o sono e o real.

Perfecta Pulchritudo é um curta sobre a obsessão e a escravização pelos padrões( no caso a beleza) provindos principalmente da internet e televisão. O filme critica a dependência da geração jovem `a opinião e aceitação da sociedade, a busca por uma beleza inatingível e predatória.

Cinco artistas - uma pessoa surda, duas pessoas com baixa visão, uma pessoa cadeirante e outra claudicante – deparam-se com um monte de perguntas, enviadas pelo público, que revelam todo um imaginário em torno de seus corpos. Juntos, realizam um ritual de respostas poéticas e artísticas que vão além daquilo que se quer “ouvir”. profanAÇÃO é performance em experimento cinematográfico. Este curta inicia uma pesquisa de inserção dos recursos de acessibilidade como parte da narrativa. Utopia!!

Difícil precisar onde tudo começou. Talvez após alguma das grandes guerras. Com certeza, não foi no meu país profundo. Tudo foi mudando, por fora. Não por dentro. Cada pessoa se ensimesmando mais. Falsos profetas tomaram conta dos palácios, com suas palavras. Com o vento podre, seco e sujo que saía de suas bocas. Primeira parte da trilogia do Brasil Profundo

Yomared é um documentário sobre uma bambolista mexicana que viveu algum tempo no Vale Do Anhangabaú no centro de São Paulo. Livremente inspirado no capitulo "O segredo como assassinos" do livro "Mulheres que correm com os lobos" de Clarissa Pinkola Estés.

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