Aos onze anos de idade, Ana foge em circunstâncias enigmáticas e, sem outra opção, se abriga na república onde sua irmã mais velha mora com outras três jovens mulheres. Entre pias de louça suja, pacotes de macarrão instantâneo, purpurina colorida, garrafas de cerveja e filmes suecos, Ana aprende algumas importantes lições. E ganha, no processo, uma nova família.

Cidade de Salgueiro, sertão de Pernambuco, Brasil. Na arquibancada, o sol castiga os torcedores. No rádio, Boca de Fogo incendeia a transmissão. O futebol como você nunca viu.

Arthur é um garoto de seis anos inteligente, criativo e explorador. Ele vive uma grande aventura ao se perder da mãe em um passeio no mercado central.

Do que mais você é feito senão daquilo que é impresso em sua alma? Pequenos trechos, sensações, instantes que são ignorados no tempo e espaço enquanto o indivíduo caminha entre pontos buscando um ponto final. Qual é o ponto final? É este, foi o último ou será o próximo?

Uma última visita a um pai distante. Todos os filhos, quase todos os netos. Um registro do encontro das gerações que não sabem bem o que foi a convivência paterna. Nem os filhos, nem os pais, nem os netos. Um domingo que se fez de despedida, embora ainda ninguém soubesse. “Eu não vou ao enterro de painho” é um curta-metragem documental que mostra o conflito de um filho pensando sobre remorsos, saudades e medos.

“Famílias” traz à tona a importância de se discutir temas cada vez mais controversiais, mas também joga uma luz na importância de aceitar o outro na forma como esse vive a sua vida, através do respeito e da tolerância.

Imaginários Urbanos mixa arte, corpo e cidade, esboçando inquietações de um grupo de pesquisadores e artistas dispostos a estimular reflexões sobre as representações simbólicas da cidade de Maceió.

A relação do homem com seu ambiente natural, e a ocupação de uma cidade localizada sobre o latossolo vermelho amarelo.
Passado, presente e futuro. A felicidade não está no tempo nem espaço, mas dentro de nós. Pura emoção, Libertador.
Marina é muito mais que uma mulher, negra, moradora da periferia de São Luís, de 83 anos. Ela é força e fé. Do particular para o universal, o documentário parte da trajetória de Marina e alcança um Brasil que muitos querem esconder: racista, elitista e cruel com uma camada significativa da população. Nesta dor, Marina, infelizmente, não está só.
Uns escutam raízes, outros sussurram, a Terra se abre em gretas, grita. Nanã reimagina o cotidiano no território em trânsito de Suape em Pernambuco, conectado as forças sutis e violentas que o atravessam. Articulando a denúncia de ações mundanas com o anúncio de um mundo por vir. O filme de imagens-sons re-encanta o mundo ao recriá-lo.

Documentário em que a protagonista, Nahla Valentina, mulher transexual e militante, fala sobre suas vivências, e eu, diretora, tento entender o porquê é importante pra ela ser tão sincera diante das câmeras.

Luis trabalha como atendente em um centro de assistência à vida, atendendo telefonemas de pessoas com depressão, solidão e que pensam em suicídio. Por mais que ele passe todos os dias de sua vida ajudando os outros, ele mesmo vive sozinho em sua pequena e triste casa aos sons das brigas dos vizinhos, sirenes policiais e sons urbanos de uma cidade grande. Mas isso, claro, até ele conhecer Helena.

O vigia de uma rua tem sua tranquilidade interrompida após a chegada de um novo morador.

Paula (Dandara de Morais) e? uma jovem criativa que faz "bicos" como foto?grafa e tambe?m atua como cantora em um restaurante chamado "Boca da Noite". Seu curri?culo e? selecionado para trabalhar no "Superpina", um pacato supermercado no corac?a?o do bairro do Pina. Entre prateleiras e estoques, clientes e funciona?rixs ira?o experimentar o "Amor Primo".

Aos Naldos, resta viver com as sequelas dos dos equívocos gerados pelas ações desse "estado de exceção" permanente, que encarcera por engano e não sabe o porquê. Enquanto aos demais, um pouco de leniência com aqueles, que agora são falsos criminosos.

Yomared é um documentário sobre uma bambolista mexicana que viveu algum tempo no Vale Do Anhangabaú no centro de São Paulo. Livremente inspirado no capitulo "O segredo como assassinos" do livro "Mulheres que correm com os lobos" de Clarissa Pinkola Estés.

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