Jéssica, 9 anos, vive em uma situação de fragilidade afetiva e econômica no bar de seu pai, um homem irresponsável e agressivo. Para se proteger, a menina molda uma personalidade forte, única arma que dispõe para enfrentar as condições instáveis que surgem aos seu redor.

É bem verdade que disso não sabia ainda, mas quando Julio acordou naquele dia já estava desalmado. Ao contrário dele, Bruna soube no instante em que o viu do que se tratava. Do outro lado da cidade já era noite quando meia dúzia de almas perdidas se encontravam em um bar pra conversar, e uma criança só queria ir pra casa. E em algum lugar, um passarinho contou tudo para uma cigana que esperava a visita da sobrinha e de um homem desalmado

Há poucos anos, estudantes das principais faculdades de Direito do Rio de Janeiro ainda cantavam músicas racistas, machistas e homofóbicas com a intenção de ofender alunos de outras universidades. Esse comportamento parecia superado, até que em 2018, um evento entre alunos ficou marcado por 3 casos de racismo. Protagonizado por estudantes de direito, este documentário busca colocar em debate o que tem sido feito dentro das universidades para mudar certos comportamentos.

Alê é uma empregada doméstica solitária que vive sua vida pacata um dia após o outro.

Amiel Vieira descobre sua intersexualidade apenas aos 33 anos de idade, quando, ao encontrar uma carta do Hospital das Clínicas de São Paulo, desvenda o segredo sobre sua condição mantido por seus pais.

Bernardo é dono de uma indústria de móveis. Com seus 62 anos, mora sozinho e, após a morte de seu pai, tem que contar até dez todas as noites para conseguir dormir. O tempo passa, e o sono parece não chegar.

Renata é uma mulher de classe média, casada e mãe de dois filhos, que vive em uma grande cidade brasileira. Entre o crepúsculo e o amanhecer de um dia qualquer, ela enfrenta questões de gênero típicas da atualidade, que se materializam em momentos agradáveis e desagradáveis, pequenos dilemas, sentimentos e emoções.

Mães que perderam seus filhos de forma violenta contam suas histórias e paralelamente acompanhamos dois garotos que invadem uma casa para recuperarem uma pipa avoada.

Jussara e sua família perdem tudo o que tinham quando suas terras são atingidas por chuvas intensas e violentas. Sem ter onde viver, eles deixam o campo para morar na cidade grande, uma mudança que trará muitas dificuldades para todos, em especial para Jussara que precisará se adaptar a um mundo diferente do que ela conhecia.

Conhecendo o transtorno de personalidade borderline (e entendendo a importância de falar sobre esse tema) e as suas características através de psiquiatra, paciente, psicólogo e pessoas que convivem indiretamente com a doença, dando apoio e motivação para quem lida com isso diariamente e mostrando a arte como terapia para transtornos mentais.

Um grupo de moradores de uma vila chamada Cadinha reagem de formas diferentes a um tiroteio enquanto escutam noticias através de uma rádio comunitária.

Roberto enfrenta dificuldades em encontrar emprego e se relacionar; assim como os camaleões, adaptar-se ao contexto torna-se necessidade de sobrevivência, entretanto, ninguém sustenta uma mentira para sempre.

Claudia vive em um sossegado bairro com seu animal de estimação, Max, o crocodilo. Em seu cotidiano, Claudia divide seu tempo entre seu trabalho e seu lar, Max quando está sozinho em casa pode encontrar passagens para sair e interagir com a vizinhança.

Belo Horizonte. Encontro de corpos que compartilham, cada um à sua maneira, anseios, histórias, afetos, medos e existências, tudo isso com a cidade de pano de fundo. Jovens atravessados por diferentes experiências sociais, ocupando a cidade e criando suas próprias narrativas de vida.

O documentário "De onde vim" acompanha o cotidiano de Hendy, um imigrante haitiano que vive em Brusque, trabalha, estuda e frequenta a igreja. Hendy aprendeu português nas aulas de Anelede, uma professora aposentada que se dedica a ensinar imigrantes. Hendy já está integrado à sociedade, diferentemente de imigrantes venezuelanos e cubanos que moram na cidade. O documentário aborda as conquistas, medos e sonhos de quem vem de outro país morar numa cidade “europeia” do sul do Brasil.  

Um refugiado e um executivo se encontram em um fluxo de consciência realizando o mesmo ato físico: correr. Apesar de todo o estranhamento da situação e das diferenças entre si, no momento em que travam um diálogo, os dois sentem empatia um pelo outro e se enxergam como iguais.

Dois homens, dois corpos esquecidos, refugiados na solidão. Entre eles, uma ferida aberta.

No coração de Belo Horizonte as ruas se movem caóticas e barulhentas, mas alguém se destaca na multidão e a partir daí vamos acompanhar um pequeno fragmento do cotidiano de Will, um artista que monta e desmonta sua personagem feminina em cena.

Uma em cada três mulheres no Brasil já foi vítima de algum tipo de violência. Mas finalmente elas estão denunciando casos de abuso e construindo redes de empoderamento. Este filme mostra a história de três delas que decidiram compartilhar suas experiências para mudar a sociedade que as cerca.

Chovia na noite de segunda feira (17/09/2018) no Rio de Janeiro. Rodrigo Alexandre da Silva Serrano, de 26 anos, desceu a ladeira Ary Barroso para esperar a mulher e os filhos com um guarda-chuva preto. De repente três disparos.

A índia Mãtãnãg segue o espírito de seu marido, morto picado por uma cobra, até a aldeia dos mortos. Juntos eles superam os obstáculos que separam o mundo terreno do mundo espiritual.

Este vídeo foi uma tentativa ritual de sanação das dores coloniais, dessas feridas abertas que nos doem a todos, [email protected] e nã[email protected], naturezas de Abya Yala.

Um filme ensaio, que metamorfoseia imagens entre sono e vigília, sonho e realidade, fragmento e totalidade, signo e reflexo, velando e desvelando enlaces sutis entre as imagens, transmutando sentidos, metaforizando signos e símbolos. Uma poética das imagens, onde importa a intermitência do olhar, da luminosidade, dos pontos e linhas, da imagem, tremulante, veloz, pulsante, e por que não da vida e de suas dimensões, da arte e de suas possibilidades diegéticas e sensoriais.

Memórias e pesadelos. O mergulho nas águas profundas do inconsciente nunca é sereno. As criaturas perambulam entre o sono e o real.

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