Uma jornada entre a calmaria e o caos inspirada por relatos de cadernos de desenhos.

Marile busca um lugar de afeto e acredita que vai encontrá-lo ao lado de seus netos.

Um corneteiro de infantaria foge da batalha. Escondido em um mato, agarrado em sua corneta, guerreia internamente em busca de respostas. E de um pouco de coragem.

Ciro é segurança e trabalha de noite. Clarisse é doméstica e trabalha de dia. Os dois são casados, moram na região metropolitana e trabalham em Porto Alegre. Andam de lá pra cá e só se encontram na estação do trem.

O documentário "De onde vim" acompanha o cotidiano de Hendy, um imigrante haitiano que vive em Brusque, trabalha, estuda e frequenta a igreja. Hendy aprendeu português nas aulas de Anelede, uma professora aposentada que se dedica a ensinar imigrantes. Hendy já está integrado à sociedade, diferentemente de imigrantes venezuelanos e cubanos que moram na cidade. O documentário aborda as conquistas, medos e sonhos de quem vem de outro país morar numa cidade “europeia” do sul do Brasil.  

Um refugiado e um executivo se encontram em um fluxo de consciência realizando o mesmo ato físico: correr. Apesar de todo o estranhamento da situação e das diferenças entre si, no momento em que travam um diálogo, os dois sentem empatia um pelo outro e se enxergam como iguais.

Produzido remotamente durante a pandemia, esse curta documentário fala sobre como encontrar felicidades nas coisas simples e cotidianas.

Na festa de aniversário de seu namorado, Dorso começa a notar sinais de que está sendo traído.

Arthur é um garoto de seis anos inteligente, criativo e explorador. Ele vive uma grande aventura ao se perder da mãe em um passeio no mercado central.

A gente não presta atenção, mas o cineasta sempre escolhe quais cenas entram e quais ficam de fora do filme. Na vida não é diferente, vó. A memória é uma ilha de edição.

Luciana fugiu pela manhã para a praia após uma festa onde tentou se reconciliar com sua ex-namorada, Branca, que estava mais interessada em conhecer uma nova mulher. Luciana chega na praia e joga fora seu celular. Senta-se para ver o amanhecer no mar. Um telefone perdido toca; ela atende; é Edu, atrás de sua ex-noiva, Simone.

Através das vozes de diversos clientes, somos inseridos no cotidiano do Nonô, o Rei do Caldo de Mocotó, bar localizado entre a Avenida Amazonas e a Rua Tupis, em Belo Horizonte. Com 55 anos de história, o estabelecimento serve como um ponto de vista a partir do qual olhamos e observamos a capital mineira. Nos diversos encontros e casos que ali se dão, nos tornamos espectadores das vivências do centro da cidade.

Do que mais você é feito senão daquilo que é impresso em sua alma? Pequenos trechos, sensações, instantes que são ignorados no tempo e espaço enquanto o indivíduo caminha entre pontos buscando um ponto final. Qual é o ponto final? É este, foi o último ou será o próximo?

Vivi quer escapar de uma relação opressora. Em período de experiência como cobradora de ônibus, ela trabalha desejando não voltar para casa. A semana passa rápido, entre as paradas no ponto final e o itinerário os encontros com outras cobradoras fortalecem a mulher trabalhadora e seu desejo de fuga. Logo é final de semana e o centro de Belo Horizonte já não parece tão longe do bairro Boa Vista.

Dois homens, dois corpos esquecidos, refugiados na solidão. Entre eles, uma ferida aberta.

Uma última visita a um pai distante. Todos os filhos, quase todos os netos. Um registro do encontro das gerações que não sabem bem o que foi a convivência paterna. Nem os filhos, nem os pais, nem os netos. Um domingo que se fez de despedida, embora ainda ninguém soubesse. “Eu não vou ao enterro de painho” é um curta-metragem documental que mostra o conflito de um filho pensando sobre remorsos, saudades e medos.

No coração de Belo Horizonte as ruas se movem caóticas e barulhentas, mas alguém se destaca na multidão e a partir daí vamos acompanhar um pequeno fragmento do cotidiano de Will, um artista que monta e desmonta sua personagem feminina em cena.

Thiago é um jovem homossexual que sonha em se montar como drag queen pela primeira vez. Guiado pelo desejo, passa a descobrir e enfrentar preconceitos existentes tanto dentro quanto fora de sua casa, enquanto se expressa no único corpo em que se sente livre: o de Sophia.

Fani, uma faroleira espacial, vive sozinha e incomunicável em um planeta órfão com seus robôs de auxílio, mas um dia um asteróide enorme entra em rota de colisão com o planeta e Fani precisa de ajuda de fora para se salvar.

“Famílias” traz à tona a importância de se discutir temas cada vez mais controversiais, mas também joga uma luz na importância de aceitar o outro na forma como esse vive a sua vida, através do respeito e da tolerância.

Uma câmera. Um impeachment. E um grupo de crianças.

Teçá é uma jovem solitária que trabalha como DJ e sofre com suas memórias vívidas. Durante seu setlist em uma festa, uma mulher tira uma foto de Teçá. Essa mulher continua aparecendo pelo seu caminho.

Danilo quer lembrar o nome da garota que conheceu noite passada

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